"Num buraco no chão vivia um hobbit."
Essa é a frase inicial do livro que revolucionou o gênero fantasia. Este é o livro cuja história antecede O senhor dos anéis, ou seja, "a história de como Bilbo Bolseiro encontrou o Um anel".
Tudo começa com Bilbo Bolseiro desfrutando de sua reputação de "sensato" em sua varanda. Gandalf chega sem ser esperado (como sempre) e marca uma visita para o dia seguinte.
Após acomodar 13 anões que se diziam convidados, um Bilbo surpreso e irritado, abre a porta para Gandalf. Como nada é explicado de imediato, o hobbit tem de arranjar comida para toda essa gente. Depois de uma refeição regalada, tudo é explicado.
Os anões querem reaver seu tesouro da Montanha Solitária que está sob a guarda de Smaug, o dragão. Para essa missão eles precisam de um "ladrão" e pretendem pagá-lo com 1/11 do tesouro.
Bilbo então se vê em uma aventura extraordinária, coisa não muito bem vista pela maioria dos hobbits, e se depara com criaturas que nunca pensara encontrar: elfos, trolls, orcs... Passa um tempo em Valfenda, perambula pela Floresta das Trevas, se hospeda na casa de Beor... Até que chega ao seu real destino: a Montanha Solitária. E o dragão.
Por este livro ter sido escrito para os filhos de Tolkien, a narrativa de O Hobbit é um tanto diferente de O senhor dos anéis e algumas vezes Tolkien se dirige ao leitor, apesar disso, o livro de maneira alguma é "infantil" e é com certeza um dos meus favoritos.
Agora ele terá sua adaptação para o cinema e como gostei muito dos filmes de O senhor dos anéis, tenho certeza de que Peter Jackson utilizará o mesmo esmero com O Hobbit. Só nos resta esperar *-*
19 de novembro de 2012
21 de outubro de 2012
Pottermore
Depois de muito tempo enrolando, finalmente aprendi a mexer no Pottermore :S Mas isso não é totalmente bom já que acabei os capítulos disponíveis e agora vou ficar ansiosa até que saia os outros.
Ainda não consegui fazer uma poção e demorei muito tempo para conseguir fazer um feitiço o.O, mas estou adorando o site, principalmente pelas informações extras e fico na expectativa das próximas histórias *-*
Gostei muito da minha varinha, mas no Chapéu Seletor eu fiquei nervosa. Respondi o questionário e...
Corvinal.
Tá. A casa dos inteligentes e tudo mais, mas Corvinal?
Eu estava sinceramente esperando Lufa-Lufa (e feliz com a ideia) e aí vem a Corvinal. Nada contra mas...
Bem, minha irmã - que foi para Grifinória - disse que sabia que eu ia para Corvinal então suponho que eu vá me acostumar com a ideia.
Mas ainda assim estou me sentindo novamente em Hogwarts como quando lia o livro. Estou muito feliz por terem criado este site!!!
" Draco Dormiens Nunquam Titillandus"
18 de outubro de 2012
O segredo de Cibele
Seis anos se passaram desde que Tati foi para o Outro Reino. Agora Paula é quem viverá a sua aventura que começa com uma viagem à Istambul como assistente de seu pai. A razão principal dessa viagem é a compra de um artefato de uma divindade pagã, a Dádiva de Cibele.
O governo turco está furioso com isso pois não querem que um culto renascido da deusa seja alimentado ameaçando a estabilidade do governo muçulmano. Por essa razão a compra deve ser feita às escondidas e trás riscos aos interessados.
Paula fica encantada com Istambul e principalmente com a biblioteca de Irene de Volos, uma mulher bastante influente. Lá, Paula começa a perceber que o Outro Reino está atuando novamente em sua vida e que sua irmã Tati está em uma missão entrelaçada com a sua própria.
Como não podia faltar, o romance vem na figura de dois homens quase completamente opostos. Duarte da Costa Aguiar, o charmoso pirata português quem também está interessado na Dádiva de Cibele. E Stoyan, o guarda-costas de Paula que se mostra um homem de sabedoria simples e muito dedicado.
O Outro Reino mexeu com os destinos dos três e os levarão a uma grande aventura para devolver a Dádiva de Cibele ao lugar a que pertence.
O governo turco está furioso com isso pois não querem que um culto renascido da deusa seja alimentado ameaçando a estabilidade do governo muçulmano. Por essa razão a compra deve ser feita às escondidas e trás riscos aos interessados.Paula fica encantada com Istambul e principalmente com a biblioteca de Irene de Volos, uma mulher bastante influente. Lá, Paula começa a perceber que o Outro Reino está atuando novamente em sua vida e que sua irmã Tati está em uma missão entrelaçada com a sua própria.
Como não podia faltar, o romance vem na figura de dois homens quase completamente opostos. Duarte da Costa Aguiar, o charmoso pirata português quem também está interessado na Dádiva de Cibele. E Stoyan, o guarda-costas de Paula que se mostra um homem de sabedoria simples e muito dedicado.
O Outro Reino mexeu com os destinos dos três e os levarão a uma grande aventura para devolver a Dádiva de Cibele ao lugar a que pertence.
2 de outubro de 2012
Helena - Machado de Assis
Helena segue o mesmo padrão de excelência de Dom Casmurro e no entanto é um livro completamente diferente por se tratar de um romance.
Helena é filha de Conselheiro Vale, que em seu testamento a legitimou e pediu à família que a acolhessem.
Estácio, o filho, amou sua irmã antes mesmo de conhecê-la, contra os sentimentos de sua tia Úrsula e do Doutor Camargo, o médico da família.
A convivência com Helena mostra o quão prendada e refinada a moça é. O cuidado que teve com D. Úrsula quando esta se encontrava doente foi o necessário para que também esta se afeiçoasse à menina.
A narrativa se desenvolve de maneira natural e sem nenhum rompante, pelo contrário, a história é bem calma e retrata a vida daquela época. Apesar disso, a leitura é rica e cativante por sua simplicidade, muito melhor que muitos livros estrangeiros que são idolatrados por justamente não serem daqui.
As pessoas têm um preconceito muito grande com nossa literatura e apesar disso, poucos se deram ao luxo de, pelo menos, começar a ler um livro nacional.
Helena é filha de Conselheiro Vale, que em seu testamento a legitimou e pediu à família que a acolhessem.
Estácio, o filho, amou sua irmã antes mesmo de conhecê-la, contra os sentimentos de sua tia Úrsula e do Doutor Camargo, o médico da família.
A convivência com Helena mostra o quão prendada e refinada a moça é. O cuidado que teve com D. Úrsula quando esta se encontrava doente foi o necessário para que também esta se afeiçoasse à menina.
A narrativa se desenvolve de maneira natural e sem nenhum rompante, pelo contrário, a história é bem calma e retrata a vida daquela época. Apesar disso, a leitura é rica e cativante por sua simplicidade, muito melhor que muitos livros estrangeiros que são idolatrados por justamente não serem daqui.
As pessoas têm um preconceito muito grande com nossa literatura e apesar disso, poucos se deram ao luxo de, pelo menos, começar a ler um livro nacional.
19 de setembro de 2012
Treblinka - Jean-François Steiner
Eu já li três livros sobre Segunda Guerra Mundial, mas nem um outro foi tão frio quanto este, nem consigo descrever os sentimentos que tive ao decorrer desta narrativa.
Ele retrata a "vida" no campo de concentração de Treblinka. As fugas, as condições de em que os prisioneiros se encontravam, as tentativas de revolta. O autor, apesar de ser judeu, não poupa comentários angustiantes a respeito de tudo isso como o humor negro dos judeus: Você acredita na vida após o trem?; ou quando ele descreve os métodos nazistas para matar em massa e os parabeniza por sua eficácia. Apesar disso, vi frases muito bonitas no decorrer do livro:
"Ama-se a vida como se ama uma mulher de todo o coração, e com o corpo também."
"...As circunstâncias haviam determinado que um morresse para que o outro pudesse viver." - talvez Harry Potter tirou a ideia daí o.O
"Se um estranho te bate, abaixa a cabeça e ele lhe poupará a vida" - trágico, mas verdadeiro.
Um dos motivos que Jean-François Steiner a este livro foi a revolta que sentiu por saber que seu povo "se deixou exterminar", então ele pesquisou e para sua sorte encontrou a revolta de Treblinka, onde 600 judeus conseguiram escapar.
Apesar do livro ser bastante interessante, não posso esconder que ele é um tanto enrolado e quando estamos no clímax de algum acontecimento, normalmente o capítulo acaba e a história muda de rumo para explicar alguma coisa ou fato que precisamos entender antes da narrativa continuar de onde havia parado.
A pior parte do livro é saber que tudo isso aconteceu de verdade, não podemos nos consolar dizendo: nazistas não existem ou: isso não aconteceu. É incrível pensar que o ser "humano" chegou a esse ponto.
Ele retrata a "vida" no campo de concentração de Treblinka. As fugas, as condições de em que os prisioneiros se encontravam, as tentativas de revolta. O autor, apesar de ser judeu, não poupa comentários angustiantes a respeito de tudo isso como o humor negro dos judeus: Você acredita na vida após o trem?; ou quando ele descreve os métodos nazistas para matar em massa e os parabeniza por sua eficácia. Apesar disso, vi frases muito bonitas no decorrer do livro:
"Ama-se a vida como se ama uma mulher de todo o coração, e com o corpo também."
"...As circunstâncias haviam determinado que um morresse para que o outro pudesse viver." - talvez Harry Potter tirou a ideia daí o.O
"Se um estranho te bate, abaixa a cabeça e ele lhe poupará a vida" - trágico, mas verdadeiro.
Um dos motivos que Jean-François Steiner a este livro foi a revolta que sentiu por saber que seu povo "se deixou exterminar", então ele pesquisou e para sua sorte encontrou a revolta de Treblinka, onde 600 judeus conseguiram escapar.
Apesar do livro ser bastante interessante, não posso esconder que ele é um tanto enrolado e quando estamos no clímax de algum acontecimento, normalmente o capítulo acaba e a história muda de rumo para explicar alguma coisa ou fato que precisamos entender antes da narrativa continuar de onde havia parado.
A pior parte do livro é saber que tudo isso aconteceu de verdade, não podemos nos consolar dizendo: nazistas não existem ou: isso não aconteceu. É incrível pensar que o ser "humano" chegou a esse ponto.
16 de setembro de 2012
Miosótis
Esta pequena flor andou me perseguindo este ano. Primeiro em O senhor dos anéis - isso que era a terceira vez que eu o lia -, depois em O Conde de Monte Cristo, e por fim, em um poema na apostila de gramática.
A florzinha venceu e fui pesquisar a respeito, principalmente porque diziam que sua cor é azul - minha favorita *-*
As miosótis me conquistaram no mesmo instante. Também conhecidas como não-se-esqueças-de-mim - forget-me-not - elas podem ser rosa ou brancas também, embora sua cor mais famosa seja azul. É originária da Rússia e vive no clima temperado, floresce na primavera e é da família das boraginanaceae.
No geral, há pouca informação sobre ela. Alguns dizem que as miosótis mostram "o caminho" e outros dizem que ela é um símbolo de humildade por seu porte pequeno. Há muitos contos a respeito mas não achei nenhum que me interessasse de verdade, ahh dizem também que seu nome significa orelha de rato.
Aqui estão uns trechos de livros que a citam:
"Os longos cabelos loiros caíam em cachos sobre seus ombros; o vestido era verde, verde como juncos novos, salpicado de prata como gotas de orvalho; o cinto de ouro parecia uma corrente de lírios-roxos, presa por botões azuis de miosótis." - O senhor dos anéis a sociedade do anel, capítulo VII.
"Olhe, ai vêm atrás de nós, ambas de vestido branco, uma com um ramo de camélias e a outra com um ramo de miosótis." - O Conde de Monte Cristo, capítulo LXX.
"Eles estavam se levantando em uma pista rural limitada por cercas altas, sob um luminoso céu de verão, azul como um miosótis." - Harry Potter e o enigma do príncipe, capítulo X.
A florzinha venceu e fui pesquisar a respeito, principalmente porque diziam que sua cor é azul - minha favorita *-*
As miosótis me conquistaram no mesmo instante. Também conhecidas como não-se-esqueças-de-mim - forget-me-not - elas podem ser rosa ou brancas também, embora sua cor mais famosa seja azul. É originária da Rússia e vive no clima temperado, floresce na primavera e é da família das boraginanaceae.
No geral, há pouca informação sobre ela. Alguns dizem que as miosótis mostram "o caminho" e outros dizem que ela é um símbolo de humildade por seu porte pequeno. Há muitos contos a respeito mas não achei nenhum que me interessasse de verdade, ahh dizem também que seu nome significa orelha de rato.
Aqui estão uns trechos de livros que a citam:
"Os longos cabelos loiros caíam em cachos sobre seus ombros; o vestido era verde, verde como juncos novos, salpicado de prata como gotas de orvalho; o cinto de ouro parecia uma corrente de lírios-roxos, presa por botões azuis de miosótis." - O senhor dos anéis a sociedade do anel, capítulo VII.
"Olhe, ai vêm atrás de nós, ambas de vestido branco, uma com um ramo de camélias e a outra com um ramo de miosótis." - O Conde de Monte Cristo, capítulo LXX.
"Eles estavam se levantando em uma pista rural limitada por cercas altas, sob um luminoso céu de verão, azul como um miosótis." - Harry Potter e o enigma do príncipe, capítulo X.
6 de setembro de 2012
Fangorn
Fangorn é uma floresta ao noroeste de Rohan, a terra dos cavaleiros. Ela inspira muitas histórias não muito amigáveis e que são ouvidas até mesmo em Gondor. O próprio Celeborn, o senhor dos Galadhrim aconselhou que a comitiva do anel não passasse por ela.
Descrita por Pippin e Merry como excessivamente arvoresca, não parece haver animais em Fangorn, tampouco ocorre alguma "faxina de primavera". Apesar disso, ela parece bastante agradável sob a luz do sol.
O rio Entágua passa pela floresta e seu nome é uma dica sobre os verdadeiros habitantes de Fangorn, os Ents.
Ents são pastores de árvores criados pela vala Yavanna, como é explicado em O Silmarillion, para cuidarem das florestas. Falam o entês, uma língua composta por sons sinfônicos parecidos com os de um órgão. Qualquer coisa que se diga nessa língua demora muito tempo, portanto, só falam quando vale a pena fazê-lo e isso faz dos Ents um povo sábio e paciente.
A infinita busca dos Ents se deve pelo desaparecimento das Entesposas que moravam na margem leste do rio Anduin, as Terras Castanhas. Em consequência do acontecimento, não mais existe crianças Ents. Esse povo foi extremamente importante para a Guerra do Anel devido seu ataque à Isengard.
Os antigos dizem que Fangorn e a Floresta Velha na fronteira da Terra dos Buques são aparentadas. Ambas guardam ressentimentos de eras passadas e têm vontade própria.
22 de agosto de 2012
A dança da floresta
Três crianças brincavam pela floresta. Estavam perto do lago conhecido como Água Morta. Eles se intitularam reis, mas não podiam fazer isso, afinal, os títulos não lhes pertenciam e tudo tem um preço...
Por nove anos Jena e suas irmãs visitaram o Outro Reino, onde, assim como as doze princesas dançarinas dos irmãos Grimm, dançaram na Clareira das Danças. Toda lua cheia as meninas visitavam este mundo mágico onde fizeram amigos e eram sempre bem-vindas. Mas será que este tempo estaria acabando?
O pai de Tatiana, Jenica, Iulia, Paula e Stela estava bastante doente e precisou ir para Constanta passar um inverno mais ameno do que teria em Piscul Dracului. Assim, Jena se torna responsável, juntamente com Tati, por suas irmãs mais novas e pelo castelo onde moram. Gogu, seu mais fiel amigo e sapo, sempre está ao seu lado. Ninguém acredita que Jena consiga escutar os pensamentos de Gogu, mas é assim que eles se comunicam e aprofundam sua amizade.
Quando o inverno chega, também chegam os problemas, um atrás do outro misturando o mundo real e o Outro Reino. Um deles é o primo Cezar que quer o domínio de tudo e todos, além de estar planejando a destruição da floresta de Piscul Dracului, o que também será a destruição do Outro Reino.
O destino ainda está preso àquela brincadeira das três crianças perto do lago. *-*
Por nove anos Jena e suas irmãs visitaram o Outro Reino, onde, assim como as doze princesas dançarinas dos irmãos Grimm, dançaram na Clareira das Danças. Toda lua cheia as meninas visitavam este mundo mágico onde fizeram amigos e eram sempre bem-vindas. Mas será que este tempo estaria acabando?
O pai de Tatiana, Jenica, Iulia, Paula e Stela estava bastante doente e precisou ir para Constanta passar um inverno mais ameno do que teria em Piscul Dracului. Assim, Jena se torna responsável, juntamente com Tati, por suas irmãs mais novas e pelo castelo onde moram. Gogu, seu mais fiel amigo e sapo, sempre está ao seu lado. Ninguém acredita que Jena consiga escutar os pensamentos de Gogu, mas é assim que eles se comunicam e aprofundam sua amizade.
Quando o inverno chega, também chegam os problemas, um atrás do outro misturando o mundo real e o Outro Reino. Um deles é o primo Cezar que quer o domínio de tudo e todos, além de estar planejando a destruição da floresta de Piscul Dracului, o que também será a destruição do Outro Reino.
O destino ainda está preso àquela brincadeira das três crianças perto do lago. *-*
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